O amor passa por mim como micropartículas de luz,
Tento reter algum fragmento,
Olho a minha volta,
E tudo se movimenta lentamente,
Vejo gente de verdade,
Aquele tipo de gente realmente bonita,
Vejo o sorriso irradiando de alguns pares do olhar dessa gente,
Um riso mais pleno,
Quiça concebido através do brilho de alguns desses contáveis olhos,
Meus Olhos de raio X buscam desbravar mundos sob a perspectiva do horizonte:
olhos gentis, estelares, indecifráveis, coloridos, oblíquos, embaraçados
Olhos negros, rubros, determinados, tristes, encabulados,
Meu olhar pedindo o seu pra namorar.
Renata Ströbel
olhos de raio X..esse mundo é o ninho que aninha a pequena centelha forjada com vestes de brisa.....
sexta-feira, 18 de outubro de 2019
sexta-feira, 14 de junho de 2019
Sou do mato
Tiririquinha alquebrada
Asa branca
Eu sou Ana
Maria José, Setembrina do Guaporé
Menina, mulher
Flor salgada
Sou do mar
Peixinho na poça d'água
que a maré deixou
Folhinha seca
Semente
Perdida no arrebol do tempo
Sou agridoce
lua serena
Cor de vento,
Asinha de borboleta
Um laço
Ventania,sarração
Sou luz, escuridão
Rio doce que a chuva trouxe.
R. Ströbel
Tiririquinha alquebrada
Asa branca
Eu sou Ana
Maria José, Setembrina do Guaporé
Menina, mulher
Flor salgada
Sou do mar
Peixinho na poça d'água
que a maré deixou
Folhinha seca
Semente
Perdida no arrebol do tempo
Sou agridoce
lua serena
Cor de vento,
Asinha de borboleta
Um laço
Ventania,sarração
Sou luz, escuridão
Rio doce que a chuva trouxe.
R. Ströbel
sexta-feira, 5 de abril de 2019
Portrait
Vou ali saudosa,sem eira,nem.beira,
saltar de uma vez daquele precipício,
Chega de nuvens
Onde minhas asas não alcançam mais,
Chega das sombras
Que desenharam em meu caminho,
Quero a água fresca e abundante do riachinho perdido,
Busco a serenidade latente de um coração dorido,
Vou saltar sem medo
Sem olhar para trás,
Não vou atrás de nada
Não preciso ,
Quero esquecer toda a dor
Beber gota a gota
a chuva que cai lá fora,
Vou catar na estrada
os pedacinhos de amor
que ainda existem em mim.
saltar de uma vez daquele precipício,
Chega de nuvens
Onde minhas asas não alcançam mais,
Chega das sombras
Que desenharam em meu caminho,
Quero a água fresca e abundante do riachinho perdido,
Busco a serenidade latente de um coração dorido,
Vou saltar sem medo
Sem olhar para trás,
Não vou atrás de nada
Não preciso ,
Quero esquecer toda a dor
Beber gota a gota
a chuva que cai lá fora,
Vou catar na estrada
os pedacinhos de amor
que ainda existem em mim.
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